Destaque

Destaque - 18 fev 2019

Formanda da PUCPR conquista pela segunda vez o Prêmio Marcelino Champagnat

Com a bolsa, Therezinha Graziella Barbosa, que se formou em Enfermagem no fim de 2018, irá cursar o Mestrado de Bioética da Universidade

Pela primeira vez em 60 anos, o Prêmio Marcelino Champagnat, reconhecimento de Mérito Acadêmico para o estudante do curso que obteve o melhor desempenho, foi concedido duas vezes para uma mesma pessoa. Therezinha Graziella Barbosa, formada em Fisioterapia na PUCPR em 1997 e em Enfermagem no fim do ano passado, conquistou novamente uma bolsa de 100% para cursos de especialização, mestrado e doutorado.

Quando foi contemplada pela primeira vez na graduação de Fisioterapia, Therezinha conta que optou por cursar a pós-graduação de Ciências do Esporte e Medicina Esportiva – já que, naquela época, a bolsa era restrita à pós-graduação lato sensu. Agora, ela explica que pretende fazer o Mestrado em Bioética da Universidade. “No Mestrado, quero dar continuidade ao estudo iniciado no TCC sobre as competências requeridas pelo enfermeiro dentro da Secretaria Municipal de Saúde. Quero unir saúde coletiva e cuidados paliativos”, esclarece.

Carreira de sucesso

A fisioterapeuta e agora enfermeira relata que irá iniciar o Mestrado no segundo semestre de 2020. Até lá, conta que irá cursar uma residência em Saúde da Família. “Acabei passando em todas as provas de residência que fiz: em primeiro lugar na residência de Saúde da Família da Secretaria Municipal da Saúde, em oitavo lugar no Hospital Pequeno Príncipe em Saúde da Criança e em segundo lugar na primeira parte do processo seletivo da residência do Hospital Universitário Cajuru”, comenta.

Therezinha lembra que seu sonho sempre foi cuidar das pessoas, reabilitar pacientes e fazer o bem. “Quando iniciei o curso de Fisioterapia em 1993 eu não imaginava que o cuidado fosse tão específico da Enfermagem. Eu fui muito feliz na Fisioterapia, mas gosto da Enfermagem porque ela possibilita cuidar do paciente como um todo: com todas as necessidades que ele representa, sendo coletivas, individuais ou familiares”, destaca.

Filha da PUCPR

Quando questionada sobre como se sente sendo ganhadora do Prêmio Marcelino Champagnat pela segunda vez, Therezinha ressalta que o sentimento é de gratidão. “Quero continuar dentro e inserida na Universidade. Meu próximo plano é terminar o mestrado e quem sabe ser absorvida pela Instituição. Quero assumir a vida acadêmica sempre ligada à PUCPR”, relata.

A enfermeira revela que o profissional formado pela PUCPR conta com uma formação diferenciada. “Após terminar o curso de Fisioterapia trabalhei com vários profissionais, formados na PUCPR e não. Os valores que a gente leva dessa Universidade para a vida profissional são muito fortes. Principalmente a questão da humanização no atendimento: desde aquela época, 20 anos atrás, a PUCPR já trabalhava bastante em uma formação para a vida e não só pra uma carreira”, lembra.

Recomendadas para você