Mural do Conhecimento

Formado por 56 placas de concreto com elementos em relevo, o Mural do Conhecimento tem como figura central o grande nome da cultura brasileira, Alceu Amoroso Lima. Enquanto o intelectual dirige seu olhar à porta principal do espaço, elementos com menor dimensão representam os primeiros assentamentos urbanos em meio as figuras rupestres e elementos culturais simbólicos como a Torre de Pisa, fragmentos de partitura da Toccata et fuga, de Johann Sebastian Bach em nome da música ora Leonardo Da Vinci, representando a pintura, ou ainda, a espiral de Teilhard de Chardin. Ao longo da obra é retratada a história da humanidade, por meio de fragmentos e símbolos que remetem a aspectos culturais, científicos, sociais e artísticos. A modernidade da concepção da obra celebra a união entre cultura, ciência e fé.

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Poty Lazzarotto, execução do Mural do Conhecimento, 1989. Foto: Fernando Augusto

Poty Lazzarotto, execução do Mural do Conhecimento, 1989. Foto: Fernando Augusto

Execução do Mural do Conhecimento, 1989. Foto: Fernando Augusto

Execução do Mural do Conhecimento, 1989. Foto: Fernando Augusto

Execução do Mural do Conhecimento, 1989. Foto: Fernando Augusto

Execução do Mural do Conhecimento, 1989. Foto: Fernando Augusto

Poty Lazzarotto, execução do Mural do Conhecimento, 1989. Foto: Fernando Augusto

Poty Lazzarotto, execução do Mural do Conhecimento, 1989. Foto: Fernando Augusto

  • Curitiba, PR (1924 – 1998)
  • Aquarelista, gravador, ilustrador, muralista, pintor

Napoleon Potyguara Lazzarotto é uma presença significativa na PUCPR. Por meio de diferentes linguagens artísticas conjugou a história, a identidade, a cultura e as vivências universitárias. Em diferentes localidades do Paraná, as obras e monumentos criados Poty são um sopro de criatividade e beleza aos simbolismos, à identidade e à memória do Estado. Somam ao legado do curitibano, os painéis Casa do Brasil em Paris, 1950, e o painel para o Memorial da América Latina em São Paulo, 1988. Formado em pintura pela Escola Nacional de Belas Artes (RJ) em 1942, foi aluno de Carlos Oswaldo no Ateliê de Gravura do Liceu de Artes e Ofícios e bolsista em Paris no período de 1946 a 1947. Nos anos de 1950, junto com Flávio Motta, organizou o primeiro curso de gravura do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP). Posteriormente, delineou os cursos de gravura em Curitiba, Recife e Salvador. Com intensa produção gráfica, Poty foi ilustrador nos jornais “A Manhã” e “Última Hora”, além de obras literárias de Euclides da Cunha, Guimarães Rosa, Dalton Trevisan, Jorge Amado entre outros.