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Câmpus Londrina - 22 out 2018

Egressa de Psicologia do Câmpus Londrina apresenta trabalho em congresso internacional

A egressa de Psicologia da PUCPR Câmpus Londrina Mariana Eleuterio apresentou no congresso internacional “XVI International Congress Of Equine Facilitated Programmes”, Irlanda, seu trabalho de pesquisa. O congresso foi realizado pela Heti, uma associação internacional de cavalos na educação e terapia – Horses in Education and Therapy Internacional. O trabalho leva o nome de Equoterapia como modelo de intervenção para mudança de comportamento ritualístico em uma criança com necessidade especial (Hippoterapy as an intervention model for ritualistic behavioral change in a child with special needs).

Para conseguir chegar a essa grande conquista, Mariana lembra do período de graduação no Câmpus Londrina e como a Instituição contribuiu para atingir esse objetivo. “A graduação na PUCPR me proporcionou muito mais do que conhecimento filosófico e tecnológico na área de Psicologia, tendo sido responsável por uma grande mudança como pessoa”, conta a formada. A agora psicóloga contou que a Universidade também proporcionou um contato com diferentes realidades que ela não havia vivenciado, como a atuação das Atléticas, o Projeto Comunitário e a transmissão de conhecimento multidisciplinar entre os diferentes cursos oferecidos na universidade. Mariana ressaltou que as pessoas estão cada vez mais conhecendo e se interessando pela profissão de psicólogo e que o ser humano, passivo de problemas e limitações, pode enxergar o psicólogo como agente de transformação devido ao arsenal de conhecimento adquirido pelo profissional.

Foi com essa ideia de transformação, somada ao fato da família ter proporcionado o contato com fazendas, e consequentemente com cavalos, que a profissional desenvolveu seu trabalho de conclusão de curso com a temática da equoterapia. “Durante a clínica na graduação, pude atender um participante da pesquisa no qual possuía uma Síndrome de tourette, e assim pensamos na mudança de comportamento dessa criança na equoterapia”, conta. No estudo de caso, Mariana estruturou o trabalho, montou o modelo e avaliou as mudanças que ocorreram dentro da equoterapia e também no contexto escolar com avaliações pré e pós testes. “O congresso me mostrou como a equoterapia está bem inserida no mundo todo com diferentes panoramas que visualizamos aqui no Brasil, e pude assim, verificar como o profissional da Psicologia é enxergado com uma visão de médico e como a equoterapia não é vista apenas como reabilitação, mas também como uma parte da educação”.

Mariana lembra que é extremamente grata ao seu orientador: o professor e coordenador do curso de Psicologia do Câmpus Londrina Marcos Garcia. Para ela, Garcia foi mais do que um profissional brilhante, mas também um braço direito em sua empreitada. “Essa participação no congresso foi muito importante pois fiz contatos com pessoas do mundo inteiro, e dificilmente sairia da graduação com nessa oportunidade em mãos”.

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