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Acadêmicos desenvolvem ação social envolvendo RPG

A proposta do projeto foi iniciativa de Iago Weiler Pacheco, acadêmico de Design Gráfico.

A ação social RPG Comunitário foi promovida pelos acadêmicos do curso de Design Gráfico da PUCPR, por meio do Projeto Comunitário, nas duas primeiras semanas de julho. A atividade teve como objetivo apresentar às crianças da Escola Estadual Manoel Ribas um novo jogo, o RPG (Role Playing Game), que, por meio de interpretação de papéis, ou narrativa coletiva, possibilita o aprimoramento de habilidades pessoais e interpessoais das crianças, além de ser uma forma de entretenimento.

A iniciativa surgiu do acadêmico Iago Weiler Pacheco, que durante a Etapa de Preparação do Projeto Comunitário enxergou a possibilidade da criação de um projeto que envolvesse o jogo RPG. “Eu estava na etapa de preparação e foi comentado das possiblidades de trabalhar com as instituições parceiras do Núcleo de Projetos Comunitários ou de criar novos projetos. Quando soube que poderia criar um novo projeto, vi a possibilidade no RPG, uma ferramenta sociocultural”, comenta Iago.

Após isso, o acadêmico buscou mais informações sobre como ele poderia propor a atividade e o que deveria fazer. Assim, mobilizou seus colegas de sala de aula e enviou ao Núcleo de Projetos Comunitários a proposta da atividade, que foi aprovada e desenvolvida na Escola Estadual Manoel Ribas.

“Para o desenvolvimento do projeto, eu contei com o auxílio do Sérgio F. M. Garcia, responsável pela organização de um evento de RPG aos sábados na Biblioteca Pública do Paraná. Ele comentou que estava trabalhando com crianças e desenvolvendo um sistema de jogo voltado para o público infantil. Então nós casamos os dois projetos e utilizamos no Projeto Comunitário o sistema de jogo que ele criou”, destaca Iago.

Para a atividade, Iago também teve a ideia de fotografar as crianças e assim ilustrar e redesenhar seus personagens. Assim, mesmo depois da finalização do Projeto Comunitário, os acadêmicos entregarão as fotos para cada criança que participou da ação, com a ilustração de seus personagens.

O estudante considera a experiência muito positiva e diz que pretende retomar o projeto no próximo semestre, porém com algumas mudanças, já que este foi o piloto. Destaca também a satisfação em ver o resultado com as crianças: “o diretor da escola comentou que alguns que estavam participando do projeto eram muito bagunceiros e não rendiam em sala. No fim, foram esses alunos que tiveram um rendimento muito legal durante o projeto. Quando nós passamos questões de raciocínio lógico, difíceis, foram esses alunos que tiveram um rendimento melhor, os primeiros as resolverem os problemas, os que mais se empenharam. Foi muito positiva a experiência que tivemos com as crianças”.



Publicado em: 20/07/2017Página Anterior



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