PUCPR

Sub Menu contents

Aula magna de Psicologia do Câmpus Toledo aborda Síndrome de Down

Aula comemorou os 10 anos de Psicologia em Toledo e a nota 4 na avaliação do MEC

A Síndrome de Down e alguns aspectos que pais e professores precisam estar atentos foram assuntos abordados durante a aula magna do curso de Psicologia da PUCPR Câmpus Toledo na noite de quinta-feira (16), no Auditório Dom Anuar Batisti. Com mais de 40 anos de experiência em educação especial, a pedagoga Eliana Caznok Sumi falou sobre o tema e ressaltou que qualquer criança tem direito à educação, seja ela como for. “A síndrome é mais visível porque está ali estampado”, apontou, reiterando que “são crianças extremamente inteligentes, com muito potencial e nós temos que vencer essa barreira, esse preconceito de, ‘ah, são muito amorosos, muito carinhosos, muito bonzinhos’. Isso é um estereótipo”.

A professora Miriam Dalla Rosa disse que a aula magna serviu ainda para reforçar o tema entre os estudantes, pois é um tema transversal, segundo orientação do Ministério da Educação (MEC). Além disso, a aula marcou o aniversário de 10 anos da Psicologia no Câmpus Toledo “e temos realmente muitos motivos para comemorar, afinal, conquistamos a nota 4 na avaliação do MEC”, comentou a professora Miriam, citando o mais recente resultado do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade).

Pais falam sobre a emoção de ter filhos tão especiais

Como é ser pai de uma criança especial? A resposta é simples: especial! Dessa forma alguns pais que levaram suas crianças ao encontro – para participar de uma mesa redonda – definiram a relação que tem com seus filhos. Todos foram unânimes em apontar dois aspectos considerados muito importantes neste processo de formação: não torná-los reféns da síndrome e procurar estimulá-los o máximo possível.

“Mas precisa ser algo não só dos profissionais, mas diariamente em casa”, conta Rejane Friske, mãe de Flávia (6). Rejane se sente escolhida em ter sido mãe e que percebe cada etapa do crescimento “do maior presente que poderia ter recebido na vida”. A mãe cita que a evolução é mais lenta em relação a uma criança sem a síndrome, mas ela acontece.

Edson Pimenta de Oliveira e Monica Zanetti são pais de Gabriel (10). Pimenta conta que nos primeiros meses a família sentia uma necessidade de alguns cuidados especiais em relação a Gabriel, mas com o passar do tempo e o trabalho realizado pela equipe da Apae, “hoje vejo meu filho como normal. Às vezes a gente até esquece que ele tem a síndrome”.



Publicado em: 17/03/2017Página Anterior



Notícias Relacionadas:

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ - PUCPR

Câmpus Curitiba | Câmpus Londrina | Câmpus Maringá | Câmpus São José dos Pinhais | Câmpus Toledo | Tecnólogos - Unidade Centro - Curitiba