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Pesquisa mostra que sedentarismo causa tantas mortes quanto tabagismo

Professor da PUCPR, Rodrigo Reis, integra o grupo de pesquisadores que conduziu o estudo

Sedentarismo deve ser combatido com políticas públicasA revista inglesa The Lancet publicou nesta semana pesquisa que quantifica, pela primeira vez, o impacto global da inatividade física sobre as principais Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT) com dados detalhados por países. O professor do curso de Educação Física da PUCPR, Rodrigo Reis, é um dos 30 pesquisadores que integram a equipe. Ele liderou o artigo Correlates of physical activity: why are some people physically active and others not?, e colaborou na elaboração dos demais.

Os pesquisadores indicam que a inatividade física contribui para a carga de doenças de maneira similar ao tabagismo e a obesidade, sendo responsável por 3 a 5 milhões das 57 milhões de mortes que ocorreram no mundo em 2008.

Os resultados estão publicados em uma nova série sobre atividade física, que examina que diferente de outros fatores de risco para DCNT como tabagismo, dieta e consumo de álcool, a atividade física é uma dimensão da prevenção e intervenção que tem sido negligenciada, especialmente em países de renda baixa e média.

Esta série também revisa o conhecimento atual e o pensamento mais recente sobre como abordar a inatividade física que precisa ser mais seriamente considerada como um problema de saúde pública.

Rodrigo Reis, em seu artigo “Porque algumas pessoas são mais ativas que outras?”, mostrou que o sexo, idade, estado de saúde, auto-eficácia e motivação estão associados com atividade física. Os estudos também identificaram fotores genéticos que contribuem para a propensão a ser fisicamente ativo.

Os demais artigos que compõe a série são:
- A inatividade física causa uma em cada dez mortes no mundo, comparável com o impacto do tabagismo;
- Um terço dos adultos e quatro em cinco adolescentes está em risco de desenvolver doenças por não cumprirem a quantidade recomendada de atividade física;
- As intervenções mais efetivas para promover atividade física em todo o mundo;
- A tecnologia de telefones móveis (celulares) podem encorajar mais pessoas a serem ativas;
- A pandemia de inatividade física - uma chamada para a ação.



Publicado em: 19/07/2012Página Anterior



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