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Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

O artigo completo está disponível no site da Revista.



Publicado em: 02/07/2012Página Anterior



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    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

    O artigo completo está disponível no site da Revista.



    Publicado em: 02/07/2012Página Anterior

    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    Pesquisa da PUCPR mostra que segurança nos bairros influencia prática de exercício

    Estudo do Grupo de Pesquisa em Atividade Física e Qualidade de Vida foi publicado em revista científica internacional

    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O artigo Safety and physical inactivity in adults from Curitiba, fruto de pesquisa realizada no Grupo de Pesquisa em Atividade e Qualidade de Vida (GPAQ), do curso de Educação Física da PUCPR, foi publicada em importante revista científica da área, a International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity (IJBNPA).

    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

    Os integrantes do GPAQ responsáveis pelo estudo são Cassiano Rech, Rodrigo Reis, Adriano Hino, Ciro Rodriguez-Añez, Rogério Fermino, Priscila Gonçalves e Pedro Hallal.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

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    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

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    O estudo constatou que a segurança nos bairros é um dos aspectos ambientais que podem influenciar a atividade física. Para isso, foi analisada a associação entre percepção de segurança na vizinhança e inatividade física em adultos e a modificação de efeito de acordo com variáveis sociodemográficas. Foram realizadas pesquisas com 1.261 adultos (62% mulheres), com idade entre 18-69 anos de Curitiba, Brasil.

    A percepção de insegurança no bairro foi maior entre as mulheres, entre os participantes mais velhos, naqueles classificados no estrato socioeconômico mais alto, pessoas com sobrepeso, e ainda entre aqueles que relataram ter equipamentos para atividade física ou crianças em casa.

    A inatividade física apresentado na forma de caminhar para o transporte foi menor entre os indivíduos que perceberam seus bairros mais inseguros, e essa associação foi mais forte entre indivíduos que utilizavam regularmente o transporte privado.

    Outros resultados sugerem que as mulheres e indivíduos de nível socioeconômico alto são menos ativas na caminhada para o lazer, quando eles percebem seu bairro inseguro.

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